Resenha sobre o livro Barriga de Trigo

October 30, 2019

    Na minha busca para uma super saúde eu retirei o trigo da minha vida, pois aprendi muito com o William Davis em seu livro Barriga de Trigo e vim compartilhar um pouco desse aprendizado com vocês.

    Ele já começa dizendo, em outras palavras, que o pão que comemos hoje não é o mesmo que Jesus Cristo comia; foi modificado geneticamente para aumentar a produtividade. Os produtos de trigo aumentam os níveis de glicose no sangue, logo vão ativar um hormônio produzido no nosso pâncreas, a insulina, fazendo a glicose ir para dentro das células do corpo convertendo glicose em gordura. Por fim, esta será depositada especialmente no abdome e nas vísceras. As consequências desse ciclo é a famosa “barriga de trigo”... Tô fora! Kkkkkk.

    Se mantivermos esse ciclo: glicose → insulina → gordura visceral será questão de tempo até o pâncreas entrar em fadiga, inflação e resistência à insulina, podendo chegar à diabetes.

    William Davis ainda fala sobre o aumento da permeabilidade intestinal. Imagine um coador de tecido que irá filtrar praticamente todas micropartículas (intestino com a permeabilidade normal) e uma peneira que por mais fina que seja ainda permite a passagem dessas partículas (intestino com aumento da permeabilidade). Essa permeabilidade aumentada irá permitir a passagem de substancias (gliadinas) para a corrente sanguínea, ativando o sistema imunológico acarretando um processo inflamatório que levará a doenças celíacas, da tireoide, das articulações e a asma.

    Ele explora um pouco mais sobre as outras doenças causadas pela ingestão do trigo. Relata que substituí-lo por farinhas sem glúten é trocar “seis por meia dúzia”, por que apesar de não acionar a resposta imunológica do glúten, ainda assim acionam a resposta da glicose → insulina, pois possuem índice glicêmico alto (exemplos: amido de milho ou arroz, fécula de batata ou de tapioca).

    Então, Jac, como eu faço? Bom, eu utilizo as farinhas de oleaginosas no meu dia a dia e raramente utilizo essas farinhas. Há quem questione sobre a “falta fibras na minha alimentação”, mas construí uma dieta rica em verduras, legumes, banana verde (ótima fonte de fibras), fermentados, frutas e proteínas. O fato é: hoje tenho muito mais saúde do que há dois anos. Não sei mais o que é enxaqueca, a barriga está praticamente “chapada” kkkkk; a glicemia e insulina praticamente em níveis ideais, as dores da inflamação da artrose entre o manúbrio e a clavícula já não me incomodam mais. Tudo isso me faz muito feliz com a escolha de tirar essas farinhas da minha alimentação. Recomendo a leitura do livro, vale muito a pena explorar o conteúdo inteiro!

    Um beijo no coração e até a próxima!

 

 

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